E-mails falsos enviados em nome da Microsoft






A Microsoft foi informada recentemente sobre e-mails falsos que informam ao usuário que a Microsoft estaria pagando para quem encaminhasse o email para outros usuários. Informamos que este email é falso e contém um link que executa código mal intencionado. Caso receba este email, exclua-o imediatamente.

Publicado em: 17 de Março de 2010
A Microsoft foi informada recentemente sobre e-mails falsos que informam ao usuário que ele foi o vencedor de uma loteria eletrônica da Microsoft. Informamos que este email é falso e pode conter links que executam código mal intencionado e também endereços de e-mails mal intencionados. Caso receba este email, exclua-o imediatamente. ATENÇÃO: As equipes do MSN, Hotmail ou Windows Live Messenger não enviam e-mails solicitando que usuários cliquem em links fornecidos. Exclua imediatamente qualquer mensagem que contenha links desconhecidos, ou solicite confirmação de senhas do MSN Messenger ou Hotmail.

Exemplo de e-mail que circula na Internet

Recomendações:
Não clique em nenhum link de um e-mail duvidoso, exclua a mensagem imediatamente após recebê-la;
Instale a ferramenta anti-malware Microsoft Security Essentials, disponibilizada gratuitamente pela Microsoft;
Consulte as dicas sobre prevenção de spywares e spams no site da Microsoft;
Assista ao vídeo: o que fazer contra os golpes de phishing;
Mantenha seu sistema atualizado;
Utilize um software antivírus e um firewall pessoal;
Caso necessite de suporte acesse:
http://www.microsoft.com/brasil/athome/security/support/default.mspx


Fonte: http://www.microsoft.com/brasil/security/advisory/emailfalso17032011.mspx




A Microsoft foi informada recentemente sobre e-mails falsos que informam ao usuário que a Microsoft estaria pagando para quem encaminhasse...

Instalando Mac OSX na VirtualBox







 Pessoal achei um ótimo tutorial no site Kero Dicas http://www.kerodicas.com, sobre a instalação do Mac OSX na VirtualBox, no final da postagem coloco o link do site. Apreciem !!!!



O Mac OS X é um sistema operativo que se tem mantido secreto para muitos, oculto por trás de um véu que apenas se desvia perante 1) Steve Jobs ou 2) um generoso cheque. Parece que muito recentemente esse tal de Mac OS X passou a ceder também à pressão de um tal de VirtualBox e de uma tecnologia chamada “virtualização”. Passa agora a ser possível, com relativa facilidade e bastante velocidade, o Mac OS X juntamente com o seu sistema Windows, com o seu sistema Linux, e veja lá, até com o seu sistema Mac!

Requisitos

  • No mínimo 20 GB de espaço livre em disco;
  • Para não comprometer o bom funcionamento de cada um dos sistemas, recomendam-se no mínimo 2 GB de RAM;
  • Um CPU que suporte tecnologias de virtualização (a grande maioria dos processadores hoje em dia suporta, convém verificar se existe, na BIOS, uma opção de activação da virtualização);
  • VirtualBox instalado, seja em Windows, Linux ou qualquer outra plataforma que este suporte;
  • Uma imagem .iso, especialmente modificada para este efeito, do Mac OS X;

Questões Legais

Legalmente, a Apple não permite que o Mac OS X seja instalado em mais equipamento algum a não ser o seu próprio (daí a recente polémica com a Psystar). Mas, por outro lado, o Mac OS X Server Edition pode ser virtualizado (caso contrário seria uma enorme falha da Apple, que inviabilizaria totalmente o uso do OS X Server num ambiente empresarial, em que hoje em dia domina a virtualização de servidores), e será esse Mac OS X Server que definiremos nas configurações da máquina virtual.
Na teoria, estamos a correr o Mac OS X Server numa máquina virtual, mas a imagem .iso não será do Mac OS X Server. Será uma modificação do Snow Leopard regular, a qual pode ser obtida via torrent. Neste post do Lifehacker (no qual se baseia este meu artigo) dá algumas dicas sobre como e onde encontrar essa imagem, pelo que o efectuar ou não o download do ficheiro fica ao critério do leitor. ;-) Caso não se sinta à vontade com este processo, pode sempre optar por comprar, por 29 euros, o DVD do Mac OS X Snow Leopard e utilizá-lo para efectuar este processo, seguindo as indicações deste comentário, também ele no Lifehacker.
Se vai efectuar o download da imagem .iso modificada, relembro que deve usá-la apenas para alguns testes ao Mac OS X a um nível pessoal e nunca, de modo algum,  utilizá-la para fins profissionais/empresariais. E claro, isto pode sempre ser um incentivo à compra de um Mac, e ao lucrar da Apple!
Considerem-se legalmente informados :-)

Configuração da Máquina Virtual

O processo é exactamente igual tanto em Windows, como em Linux, como em qualquer outro sistema operativo. No meu caso, vou exemplificar no meu sistema Ubuntu 10.04. A primeira coisa a fazer é abrir o VirtualBox, clicar em Novo > Avançar. De seguida, é necessário escolher um qualquer nome para a máquina virtual, e definir o Sistema Operativo como Mac OS X e a versão como Mac OS X Server.



De seguida é necessário definir a quantidade de RAM da máquina virtual. 1024 MB é o valor mínimo recomendável, para uma utilização modesta. Mas se quiser tirar o melhor partido possível da sua máquina virtual e fazer multitasking verdadeiro no Mac, pode aumentar esse valor à sua vontade, desde que, no mínimo, deixe 1 GB livre para o sistema “anfitirião”. Eu, por exemplo, com 4 GB (4096 MB) de RAM, defini 2048 MB.

Agora é altura de criarmos um disco rígido para a nossa máquina virtual (disco rígido esse, que na verdade, e para o sistema anfitrião, é apenas um enorme ficheiro). Clicamos em Avançar > Avançar de novo, garantindo que temos as opções Boot Hard Disk e Create new hard disk seleccionadas. Clicar em Avançar e, na janela que aparecerá, de novo em Avançar.
Um disco rígido de armazenamento expandido dinamicamente irá expandir o seu tamanho à medida que este é necessário, até atingir o limite máximo especificado pelo utilizador. Este processo ocupa menos espaço em disco, mas pode decrescer a performance ligeiramente, pois o processo de expansão é feito on-the-fly. É normalmente este o processo que uso nas minhas máquinas virtuais e acho que é o mais adequado para a grande maioria dos utilizadores que prentende apenas fazer alguns testes. Um disco rígido virtual de armazenamento de tamanho fixo tem muito maior impacto em termos de espaço em disco, já que é um ficheiro com o mesmo tamanho máximo do disco virtual que criou. Estes discos demoram também vários minutos a ser criados. A minha sugestão vai para um disco de armazenamento expandido dinamicamente. Depois de escolhido, clicar Avançar.
Agora é necessário especificar um nome e um tamanho para o disco virtual. 20 GB são o recomendado para o Mac OS, e eu não arriscaria a descer muito essa fasquia, sob pena de possíveis erros durante a instalação.
Clicamos em Avançar > Terminar. E temos a nossa máquina virtual criada. Temos agora que efecutar um algumas ajustes antes de procedermos à instalação do Mac OS.
Clicamos em Definições e seleccionamos a categoria System. Aí, desmarcamos a opção Enable EFI (special OSes only).


Na categoria Display, é possível adicionar mais memória de vídeo à nossa placa “gráfica virtual” e activar a Aceleração 2D, que poderão melhor o desempenho da nossa máquina virtual, por exemplo, na reprodução de vídeo. Acedemos agora a Armazenamento, seleccionamos o CD rotulado de Empty, à esquerda, e no painel de opções à direita, em CD/DVD Device, clicamos no ícone da pasta sobreposta pela seta a verde, e aí adicionamos a imagem .iso da qual fizemos download (quem a obteve em formato .rar só necessita de extrair o ficheiro e lá encontrará a imagem).

Escolhida a nossa imagem, clicamos em Seleccionar, seguido de OK na janela de Definições. Temos agora a máquina virtual configurada e chega a altura de se proceder ao primeiro arranque da máquina e à instalação do Mac OS X.

Instalação do Mac OS X

Seleccionamos a nossa recém-criada máquina virtual e clicamos em Iniciar. Basta seguir as instruções e clicar numa qualquer tecla (se ocorrer algum problema clique em F8 durante o arranque e digite --v,e Enter, entrará no modo de verbose onde poderá diagnosticar o que aconteceu de errado e, por exemplo, questionar aqui no KeroDicas), e passado poucos segundos deverá estar no ecrã de selecção de idioma do Mac OS.

Os passos seguintes são bastante evidentes, limitando-se à escolha da imagem, a alguma informação sobre o instalador, assim como aceitar os termos do contrato de licença do software. Quando chegar a este ecrã…
é altura de criar uma partição visível para o Mac OS X. Para isso, acedemos, a partir da barra de menu, a Utilitários > Utilitários do disco. Aí, seleccionamos, à esquerda, o disco 20 GB VBOX HARDDISK, alteramos para o separador Apagar, aí certificamo-nos que o Formato do Volume está definido como Mac OS Expandido (com registo) e escolhemos um nome para o nosso disco. De seguida, basta clicar Apagar e confirmar a operação.

De seguida, partição criada, podemos proceder a instalação. Fechamos o Utilitário do Disco (basta aceder ao menu Utilitário do Disco > Sair do Utilitário do Disco) e seleccionamos o ainda agora criado disco, clicando Continuar.

Agora é necessária alguma atenção na configuração de alguns aspectos específicos do Mac OS. Depois de clicar em Continuar, ser-lhe-á apresentado um sumário da instalação. Para garantirmos o funcionamento do Mac OS no nosso hardware, vamos clicar em Personalizar.
Aqui,as configurações variam de hardware para hardware. Se o seu processador é um processador Intel, deve configurar este ecrã da seguinte forma:
Apenas as opções acimadas devem estar marcadas. Caso, por outro lado, possuir um processador AMD, configure da seguinte maneira:
Depois de configurado segundo o seu hardware, basta clicar em Terminado e, de seguida, Instalar. A instalação, das várias que efectuei, nunca ultrapassou os 10 min,e inicia com a verificação da integridade do disco, que pode ser facilmente ignorada.
Depois de a instalação estar concluída, o sistema iniciará uma contagem decrescente de 30 segundos para se reiniciar. É fulcral que antes de o sistema se reiniciar, aceda ao menu do Virtualbox Dispositivos > CD/DVD Devices e desmarcar a entrada correspondente à sua imagem do Snow Leopard (se o seu rato estiver bloqueado na área da máquina virtual, basta clicar no Ctrl Direito).
Ainda dentro desses 30 segundos, aceda ao menu Máquina > Restaurar , e confirmar essa acção.
A sua máquina virtual deverá reiniciar-se e terá agora que configurar o seu Mac com os dados de utilizador, localização, tipo de teclado, configurações iniciais do equipamento, toda essa “burocracia informática” habitual.
E passado alguns ecrãs, bem-vindo ao seu Mac! Espécie de Mac ;)

Resolução de problemas

Áudio

Por omissão, não terá som na sua máquina virtual. É necessário instalar um driver adicional. Faça o download, no Mac OS, nesta página , e automaticamente iniciar-se-á a instalação. Basta seguir as instruções, inserir a password e no fim reiniciar o computador (se obtiver um erro ao desligar o computador, desligue pelo menu do VirtualBox). Deverá agora ter som. Não é perfeito, longe disso, por vezes com bastante “noise” e incomodativo. Mas dá para o “desenrasque”.

Teclado

O Mac OS pensa que esta a utilizar um teclado Mac, portanto algumas teclas estarão trocadas, outras até inutilizáveis. À tecla CMD (essencial no Mac, equivalente ao Control no Windows) equivale a tecla Super (aquela com o logo do Windows). Se quiser inserir ~/^ terá que pressionar a tecla onde se encontrão os caracteres ª e º. Pequenos detalhes, a que facilmente nos habituamos (digo eu que usei durante vários dias a máquina virtual para email e messenger).

Resolução

Este é sem dúvida um problema bem mais complicado. O Virtualbox suporta apenas as seguintes resoluções nativamente: 640×480, 800×600, 1024×768, 1280×1024, 1440×900. Se o seu monitor tem uma destas resoluções, poderá (facilmente) alterar a resolução. Para isso, abrimos o nosso disco, no ambiente de trabalho e aí localizamos a pasta Extra. Dentro dessa pasta, deverá estar um ficheiro de nome com.apple.Boot.plist. Abra esse ficheiro com o Editor de Texto (Clique-direito, Abrir com, Other…, TextEdit). E adicionamos o seguinte ao ficheiro, conforme é visível na imagem (o valor da resolução deverá ser ajustado conforme as suas preferências, neste caso poderia colocar qualquer uma das resoluções suportadas mencionadas em cima , sempre seguidas do x32)
Graphics Mode
1280x1024x32

Como estamos a trabalhar num ficheiro do sistema, não temos permissões para alterá-lo, pelo que temos que salvá-lo noutro local. Acedemos a File > Save As… , e preenchemos da seguinte forma:
Agora basta arrastar o ficheiro do ambiente de trabalho para a pasta Extra, e confirmar com a password do nosso sistema, já que estamos a alterar um ficheiro protegido. Basta reiniciar e se tudo correr bem, terá o seu Mac OS X na resolução máxima ;)
Para todos cuja resolução de ecrã não seja nenhuma das mencionadas acima (como eu, que vos escreve de um 1366×768), podem ver este post, e ler com especial atenção os comentários, em que encontrarão uma maneira, talvez um pouco mais complicada, de manualmente ajustarem a resolução. Eu já consegui e se alguém precisar de ajuda, já sabem ;)

Limitação de apenas 1 core

Por limitação técnica do próprio VirtualBox, máquinas virtuais que corram o Mac OS não podem ter um CPU com mais do que um core. Portanto não vale a pena atribuir mais do que isto, já que além de não ter qualquer efeito na velocidade da máquina, pode até comprometer a sua estabilidade.

Actualizações do sistema

Nunca, de modo algum, faça actualizações do sistema, através do menu ? > Software Update. Caso as faça, estas entrarão em conflito com as modificações específicas da imagem que usou, e a máquina virtual ficará inutilizável. Quanto a actualizações individuais de aplicações (instaladas por si), essas pode efectuá-las sem problema, já que a maioria não interfere com os ficheiros do sistema.

Concluindo…

2121 palavras, uma imagem .iso, um Mac OS instalado, áudio e resoluções corrigidos depois, chegamos ao fim. Tenho a dizer que estou bastante satisfeito com a performance da minha máquina virtual, mesmo em ecrã inteiro, animações, vídeos do Youtube @ 360p, tudo funciona fluida e elegantemente.

Da minha experiência, a estabilidade inicialmente não era muita e tinha alguns kernel panics, mas depois de estar a usar diariamente desde Domingo, posso dizer que não tenho experimentado nenhum destes problemas e que apenas se desligar o sistema através do menu do Mac OS consigo “criar” um kernel panic. Caso aconteça a mais alguém, basta usarem os menus do VirtualBox para desligarem a máquina.
Parece que a partir de agora aplicações para Mac OS passarão a ser abordadas mais frequente, e quem quer que tenha dúvidas, questões, dramas acerca deste OS, não deixe de partilhar e certamente obter uma resposta nos comentários. Resta dizer, apreciem o vosso fruto proibido! ;)


Fonte: http://www.kerodicas.com/dicas/artigo=35889/





 Pessoal achei um ótimo tutorial no site Kero Dicas http://www.kerodicas.com , sobre a instalação do Mac OSX na VirtualBox, no final da post...

atalhos para configurações no menu contexto do mouse ou mesmo para programas

Para quem gosta de rapidez e eficácia como bons profissionais, devem ter as suas ferramentas sempre a mão. O mesmo acontece no Windows, para administradores de redes de uma empresa, técnico informático ou mesmo um utilizador caprichoso deve ter as suas ferramentas sempre a distância de um clique ou dois. Foi pensando neste propósito que elaborei o meu primeiro Post no F2 suporte.
Imaginem encontrar atalhos para configurações no menu contexto do mouse ou mesmo para programas. Dêem uma olhada nesta imagem:







[Imagem: menutt.jpg]


Para fazerem isto é muito simples, vamos lá:

1º Fazem um backup do vosso registo do windows (ninguém é perfeito), se não sabem fazer backup do regedit procuram no Google e vão encontrar rapidinho.
2º Abram o regedit digitando “regedit” na caixa de procura do menu inicia do Windows
3º Procuram essa chave: [HKEY_CLASSES_ROOT\Directory\Background\shell], se não existir podem criar
4º Ao encontrar a chave Shell cliquem com o botão direito do rato sobre ele e escolhem “Novo -> Chave”, dêem o nome do programa que quiserem adicionar como mostra a figura em baixo:
[Imagem: reg2r.jpg]

5º Cliquem em cima dessa nova chave que criaram com o botão direito do rato e façam a mesma coisa que o passo anterior “Novo -> Chave” e aqui o nome da chave tem que ser obrigatoriamente “command” sem as aspas observem a figura em baixo:
[Imagem: reg1x.jpg]

6ª Agora é que vem o principal, o comando para execução do programa. No caso de ser programa é fácil, ao criar a chave “command” é automaticamente gerado um valor da cadeia com o nome “Predefinição” no lado direito da janela do regedit(podes ver isso na figura acima), é esse valor da cadeia que vamos editar clicando 2X sobre ele. Vai aparecer uma janela pedindo o nome do valor e o dado do valor, Para o nome deixa ficar “Predefinição” para o dado do valor adiciona o caminho do executável do programa que queres adicionar como mostra a figura:[Imagem: reg3.jpg]
Depois é só clicar OK e já esta.
Agora, há casos específicos que não são programas mas sim funcionalidades do Windows, que é o caso de “Adicionar ou remover Programas, Painel de controlo e linha de comando”. A única diferença esta no dado de valor da cadeia que em vez de ser o caminho do programa é um comando específico. Aqui vai uns exemplos:

Adicionar\Remover Programas: rundll32.exe shell32.dll,Control_RunDLL appwiz.cpl,,0
Painel de controlo: rundll32.exe shell32.dll,Control_RunDLL
Linha de comado na pasta onde estas: cmd.exe /s /k pushd "%V"
Regedit (por ser um programa é só colocar o seu caminho): C:\Windows\regedit.exe

Há mais funcionalidades úteis, podem ver neste link aqui só que é em inglês:
Contexto menu.txt

[Imagem: reg4n.jpg]

E pronto, já está, não é preciso reiniciar podes logo ver o resultado.
Espero que tenham gostado e até a próxima.

Créditos e autoria: IVEXX 001




Para quem gosta de rapidez e eficácia como bons profissionais, devem ter as suas ferramentas sempre a mão. O mesmo acontece no Windows, par...

Removendo aviso de software pirata do windows Seven 32 e 64.






Removendo aviso de software pirata do windows Seven 32 e 64.
Primeiramente quero deixar bem claro que este post não tem nada a ver com pirataria pois ele apenas explica como retirar uma atualiação feita pelo windows update, vamos la: 1 – Vá em Iniciar ;Painel de Controle ;Programas e Recursos ou Desinstalar um Programa.
2 – No canto superior esquerdo tem escrito “Exibir atualizações instaladas”.
3 – Clique em cima, irá aparecer uma lista de atualizações separada em Grupos.
4 – Procure o grupo “Microsoft Windows”.
5 – Agora procure pela atualização ( KB971033).
6 – Clique com o lado direito do mouse em cima dela e clique em Desinstalar.
7 – Pronto, você já retirou a Atualização, mas ainda esta alertando que o Windows é falso, isso ocorre porque você retirou apenas o registro da Atualização.
8 – Para fazer ele voltar a funcionar normalmente você precisa de um programa que remove os arquivos da Atualização.
ATENÇÃO ALGUNS ANTIVIRUS CONSIDERAM O PROGRAMA WAT COMO VÍRUS POREM ISSO NÃO CONFERE.
Clique aqui para fazer o download
9 - Irá abrir uma janela com 3 botões principais, no primeiro estará escrito “WAT alrady removed!”, clique nele, logo em seguida ele irá pedir para reiniciar, se não pedir reinicie você mesmo.
10 - Quando o PC ligar novamente já estará sem os avisos de falsificação.
11 – Para garantir que isso não irá se repetir, vá em Iniciar >Painel de Controle >Windows Update.
12 – Clique em atualizações importantes, localize a atualização (KB971033).
13- Com o lado direito do mouse clique nela e clique em “Ocultar Atualização”.
Se você não encotrou a atualização KB971033, entre do windows update e faça uma busca se existe uma nova atualização, provavelmente a KB971033 ira aparecer na listagem.




Primeiramente quero deixar bem claro que este post não tem nada a ver com pirataria pois ele apenas explica como retirar uma atualiação f...

Compartilhando internet 3G







Para compartilhar qualquer tipo de modem é preciso fazer o roteamento. Isto pode ser feito num micro comum com Windows, usando o compartilhamento de internet do próprio Windows (ICS) ou então usando um roteador que trabalhe com conexões USB. Na verdade, o compartilhamento deste tipo de modem é igual a qualquer outro, basta apenas usar a técnica e o equipamento adequados, não há realmente muito segredo.
Outra solução é utilizar um dos micros como roteador. Faz-se uma rede local interligando todos os micros que precisam utilizar aquela conexão USB. Designa-se um dos micros para ser o servidor de internet daquela rede, onde ficará funcionando o modem USB. Depois, utilizando-se o compartilhamento de conexão de internet do Windows, distribui-se o sinal de internet para os demais micros da rede. O inconveniente desta solução é que o micro que compartilha a internet precisará ficar ligado para fornecer o sinal, mas este micro pode ser qualquer modelo baratinho, a única exigência é que seja capaz de rodar pelo menos o Windows 2000 e que consiga acessar a internet através do modem USB, isto é, o modem USB precisa ter um driver que funcione com a versão de Windows em uso no distribuidor de sinal de internet.
  • Compartilhando internet 3G
Atualmente existem modems de banda larga que podem ter sua saída num conector RJ-45 (os mais comuns) e também existem os que que tem saída em USB, e alguns têm também a entrada da conexão em USB, estes últimos é que são os compatíveis com a internet 3G, que vem pela rede da telefonia celular.
Porém, quando falamos de acesso à Web por meio da tecnologia 3G surge a pergunta que provavelmente é a dúvida do leitor: como compartilhar este acesso para vários computadores?
A resposta, conforme já explicamos, é bem simples: este compartilhamento não muito diferente do método utilizado para compartilhamento do acesso fixo, basta utilizar um roteador específico para compor uma rede 3G como o D-Link DIR-451. No entanto, dois cuidados importantes devem ser tomados antes da escolha deste tipo de equipamento.
Primeiramente, verificar se o roteador é compatível com a operadora do usuário e, principalmente, com o modelo de modem 3G oferecido por ela. Alguns modelos de roteadores são compatíveis apenas com modems de um único fabricante.
Depois, escolha o modo de compartilhamento da conexão 3G entre via cabo de rede ou rede
sem fio (wireless).
Se optar pelo compartilhamento cabeado, é importante checar quantas portas LAN (Local Área Network) são oferecidas pelo roteador. Se o compartilhamento ocorrer a partir da rede sem fio, observe qual é o padrão oferecido. Existem roteadores que suportam padrões 802.11g ou 802.11n, com velocidades de 54, 108, 150 ou 300 Mbps (megabits por segundo).
Para desfrutar das velocidades máximas oferecidas pelo roteador o computador deve ser compatível com o mesmo padrão. Por exemplo, se o roteador oferece velocidade de 150 Mbps e o computador é compatível com
54 Mbps, a navegação na Internet será realizada com a velocidade mais baixa.
Além disso, hoje em dia é comum encontrar usuários que desejam utilizar a conexão 3G como opção de redundância de acesso em ambientes nos quais existe a necessidade de conexão em tempo integral. Nestes casos, podem ser contratados um serviço de acesso fixo e outro serviço 3G, adotando um como acesso principal e outro como secundário. Assim, caso a conexão principal falhe, todo o tráfego é direcionado automaticamente para a conexão secundária.
Para aqueles que não desejam conectar o modem ao roteador, existe também a opção de escolha por um roteador com módulo 3G integrado. Neste caso, o usuário conecta um SIM Card (Subscriber Identity Module Card) diretamente na parte interna do roteador 3G. O processo é semelhante à conexão de chips em telefones celulares.
Modelos mais sofisticados permitem, ainda, que um aparelho de telefone analógico seja conectado ao roteador 3G. Desta forma, é possível realizar chamadas telefônicas por meio da operadora de telefonia móvel e acessar a Internet simultaneamente. Mas, vale ressaltar que, para desfrutar desta facilidade, é necessário certificar-se de que o contrato com a operadora permite este tipo de utilização.
Outra novidade prevista para um futuro próximo é o lançamento de roteadores 3G portáteis, que garantem mobilidade total ao usuário, com a simples utilização de umabateria integrada.
Enfim, alternativas não faltam na hora de compartilhar o acesso 3G. Porém, o usuário deve ficar atento para escolher a opção que melhor atender às suas necessidades.

Fonte: http://www.bitscaverna.com.br/




Para compartilhar qualquer tipo de modem é preciso fazer o roteamento. Isto pode ser feito num micro comum com Windows, usando o compartilha...

O Simulado LPI 201 E 202


***visitem nosso fórum***























O Simulado LPI 201 E 202 foi desenvolvido para aqueles que desejam ter o título LPIC2. Desenvolvido em Adobe Flash Player , possui uma interface clara e simples de usar, além de ser possuir uma instalação fácil que pode ser realizada em qualquer micro. Os dois simulados possuem mais de 300 questões muito parecidas com a prova real, que traz em torno de 70 a 80 questões.
O simulado é feito com questões de múltipla escolha, várias escolhas e preenchimento, deixando assim o simulado mais próximo das provas 117-201 e 117-202 reais. Após responder a cada questão, é possível consultar se a resposta está correta, mas somente no final será possível ver se foi aprovado ou reprovado. Faça agora o download e comece a se preparar para a avaliação!












Informações adicionais

Não é preciso realizar a instalação do software, basta executá-lo e ele irá abrir a tela inicial do simulado.
Roda em Windows XP, Vista, 7

Disponível nos idiomas:   Português  

Configuração Mínima


  • Requer Adobe Flash Player instalado em seu computador 




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***visitem nosso fórum*** O Simulado LPI 201 E 202 foi desenvolvido para aqueles que desejam ter o título LPIC2. Desenvolvido em Adobe Flash...

Simulador de vôo gratuito - FlightGear






Simulador de vôo gratuito e super completo, tanto para profissionais como para quem procura por diversão.

FlightGear é um simulador de voo desenvolvido graças à contribuição de diversos profissionais de todo o globo. A sua criação veio da insatisfação dos idealizadores frente aos simuladores existentes para computador, em especial quanto ao preço cobrado pelos melhores jogos e a falta de um ambiente que fomenta-se a criação de novas possibilidades dentro deles.
A ideia do projeto é permitir o desenvolvimento de um game gratuito e de código aberto, com a participação de qualquer pessoa capacitada para melhorá-lo. Com tanta gente no mundo disposta a ajudar, o game tem se tornado um sucesso e sempre será livre para todos baixarem e jogarem.
FlightGear chega em sua versão 2.0 com muitas melhorias em desempenho, compatibilidade e qualidade em diversos aspectos. A dinâmica de voo do game impressiona em realismo e conta com vários sistemas diferentes, o que inclui respostas à correntes de ar que passam pelo avião, gravidade, tempestades e vários outros fatores que tornam o game mais realista.
Configure o cenário
Ao executar o game pela primeira vez você faz as escolhas de avião, cenário e outras características antes de entrar na fase para valer. É importante ter alguns conhecimentos em inglês para personalizar as opções da melhor maneira para o seu estilo como jogador.
Dentro do jogo
Uma característica fundamental para quem quer lidar com o FlightGear é ter conhecimento em games do gênero. Isso é importante pelo fato dele demandar dezenas de comandos e especificações complexas, em especial nos modelos mais sofisticados de aviões.
Uma boa dica é clicar na opção “Help” ao entrar nos cenários. Ela conta com os comandos básicos do jogo, da aeronave e dicas exclusivas, caso o desenvolvedor do modelo tenha criado alguma informação adicional para facilitar a vida dos usuários.
Ao aprender a comandar a aeronave que você escolheu tudo fica mais fácil e então o jogo passa a ficar divertido. A simulação ao estar no comando é bastante realista, já que dezenas de funções estão presentes dentro do cockpit.

Para Windows XP/98/2000/2003




Simulador de vôo gratuito e super completo, tanto para profissionais como para quem procura por diversão. FlightGear é um simulador de voo ...

Ubuntu 11.04 Dicas úteis

Veja novas postagens sobre Linux, Android, Software livre no site: http://f2suporte.wordpress.com






Veja novas postagens sobre Linux, Android, Software livre no site: http://f2suporte.wordpress.com




Ubuntu - Dicas úteis

Essas opções foram testadas no Natty Narwal = Ubuntu 11.04:





Como colocar o ícone no painel lateral (lançador)

Como colocar o ícone "Configurações de sistema" no lançador

Como ter o lançador fixo

Como abrir o Gerenciador de configurações do CompizConfig

Como diminuir o tamanho dos ícones no lançador

Quais aplicativos estão abertos?

Transparência do painel superior

Unity 2D - instalação e configuração

Ícone no painel lateral (lançador)


Quando se abre algum programa, o seu ícone deve aparecer no painel lateral que é o lançador de aplicativos.

Assim, se desejar manter um ícone de um programa no painel lateral:

-  clicar no ícone, com o botão direito do mouse, e escolher "Manter no lançador"

Se quiser retirar o ícone do lançador 

-  clicar no ícone, com o botão direito do mouse, e desmarcar "Manter no lançador". Ele desaparecerá.



Colocar ícone "Configurações de sistema" no lançador


Como colocar o ícone no painel lateral

Clicar no botão Desligar, no canto superior direito da tela

No menu que aparece clicar em "Configurações de sistema"

Observar que oum novo ícone surgiu no painel lateral ( lançador de aplicativos ).

-  clicar no ícone, com o botão direito do mouse, e escolher "Manter no lançador" 

Esse ícone dá acesso ao "Centro de controle", um utilitário que agrupa  várias funções e as exibe  em uma única janela, já subdivida em 4 áreas: Pessoal, Internet e rede, Hardware e Sistema.



Como ter o lançador fixo


- Abrir o Centro de Controle- Clicar no botão Desligar, no canto superior direito da tela e em e no novo ícone "Configurações de sistema" (no painel lateral )

- Clicar na Central de Programas do Ubuntu

- Digitar no canto superior direito, sem as aspas:-  “Configurações avançadas de efeitos da área de trabalho (ccsm)” -  Após procurar e achar clicar em instalar.-  Logo após digitar a senha e clicar em "autenticar"

- Clicar sobre o botão do Ubuntu (canto superior esquerdo da tela),- Digitar “compiz” para efetuar uma busca e clicar sobre o ícone correspondente. - Como o Unity é um plugin do Compiz, digitar “unity” na caixa de buscas - e clicar sobre Ubuntu Unity Plugin, abrindo a janela  "Gerenciador de configurações do CompizConfig"

- Deixar clicada a opção “Never” na configuração “Hide launcher”.

O lançador (painel lateral à esquerda) deve permanecer fixo.  


Como diminuir o tamanho dos ícones no lançador


O tamanho padrão dos ícones do painel lateral é 48 pixels, que deve ser bom para dispositivos touchscreen, como tablets, mas pode ser grande pra tela de pcs, laptops e netbooks. Para diminuir:

- Abrir a janela "Gerenciador de configurações do CompizConfig", conforme dito acima
- Clicar na aba “Experimental” e mudar “Launcher icon size” para o mínimo possível: 32 pixels.  


Quais aplicativos estão abertos?


Fixa aquela “luzinha colorida” que fica atrás dos ícones do lançador, ficando ativa apenas para os programas que estão sendo executados no momento.

- Abrir a janela "Gerenciador de configurações do CompizConfig", conforme dito acima

- Clicar na aba “Experimental” e mudar para “Backlight Toggles”. 


Transparência do painel superior


- Abrir a janela "Gerenciador de configurações do CompizConfig", conforme dito acima

Clicar na aba “Experimental” e ajustar o valor de “Panel Opacity” de acordo com seu gosto. (Aparentemente 0,85 é um valor agradável). 


Como instalar o Unity 2D



Em pcs que não tem hardware suficiente para suportar o Unity 3D, mas em que se deseja que tenham uma interface semelhante, pode-se instalar o Unity 2D. 


Clicar em Aplicativos - Central de Programas do Ubuntu

à esquerda em "Obter programa" deve aparecer "Daily Builds of Unity 2D" - selecionar essa opção

Procurar por "Unity interface for non-accelerated graphics cards" ou, 
em português, "Interface Unity para placas sem aceleração gráfica". 

Selecionar e clicar em "Instalar"

Deve pedir a senha. 

Esperar aparecer "Installed..."

Fechar a Central de Programas do Ubuntu

( Nota: Se aparecer "Um erro que não pode ser tratado ocorreu!, citando aptdaemon, clicar em "OK" 
Devem ser instalados alguns pacotes.
Esperar aparecer 'Lendo listas de pacotes... Pronto'
Deve informar que está instalado o "Unity interface for non-accelerated graphics cards").  



Como selecionar o Unity 2D como interface padrão

Clicar em "Sistema" - "Administração" -  "Tela de Login" 

Clicar em "Desbloquear" 

Deve pedir a senha. Clicar em "Autenticar"

Selecionar a interface Unity 2D, lá em baixo, em 

"Selecione .... como sessão padrão"

Clicar em Fechar

Desligar, esperar 1 min e religar

O sistema deve reinicar com a interface 2D, muito semelhante à 3D.




Veja novas postagens sobre Linux, Android, Software livre no site:  http://f2suporte.wordpress.com Veja novas postagens sobre Linux, Android...

Comandos DOS e Shell as diferenças






DOS       Linux                        Diferenças
-------- ------------ --------------------------------------------------
cls clear Sem diferenças.
dir ls -la A listagem no Linux possui mais campos (as
permissões de acesso) e o total de espaço ocupado
no diretório e livre no disco deve ser visto
separadamente usando o comando du e df.
Permite também listar o conteúdo de diversos
diretórios com um só comando (ls /bin /sbin /...).
dir/s ls -lR Sem diferenças.
dir/od ls -tr Sem diferenças.
cd cd Poucas diferenças. cd sem parâmetros retorna ao
diretório de usuário e também permite o uso
de "cd -" para retornar ao diretório anteriormente
acessado.
del rm Poucas diferenças. O rm do Linux permite
especificar diversos arquivos que serão apagados
(rm arquivo1 arquivo2 arquivo3). Para ser mostrados
os arquivos apagados, deve-se especificar o
parâmetro "-v" ao comando, e "-i" para pedir
a confirmação ao apagar arquivos.
md mkdir Uma só diferença: No Linux permite que vários
diretórios sejam criados de uma só vez
(mkdir /tmp/a /tmp/b...).
copy cp Poucas diferenças. Para ser mostrados os arquivos
enquanto estão sendo copiados, deve-se usar a
opção "-v", e para que ele pergunte se deseja
substituir um arquivo já existente, deve-se usar
a opção "-i".
echo echo Sem diferenças.
path path No Linux deve ser usado ":" para separar os
diretórios e usar o comando
"export PATH=caminho1:/caminho2:/caminho3:"

para definir a variável de ambiente PATH.
O path atual pode ser visualizado através
do comando "echo $PATH".
ren mv Poucas diferenças. No Linux não é possí­vel
renomear vários arquivos de uma só vez
(como "ren *.txt *.bak"). É necessário usar
um shell script para fazer isto.
type cat Sem diferenças.
ver uname -a Poucas diferenças (o uname tem algumas opções
a mais).
date date No Linux mostra/modifica a Data e Hora do sistema.
time date No Linux mostra/modifica a Data e Hora do sistema.
attrib chmod O chmod possui mais opções por tratar as permissões
de acesso de leitura, gravação e execução para
donos, grupos e outros usuários.
chkdsk fsck.ext2 O fack é mais rápido e a checagem mais abrangente.
scandisk fsck.ext2 O fsck é mais rápido e a checagem mais abrangente.
doskey ----- A memorização de comandos é feita automaticamente pelo
bash.
edit vi, ae, O edit é mais fácil de usar, mas usuário
emacs, mcedit experientes apreciarão os recursos do vi ou
o emacs (programado em lisp).
fdisk fdisk, cfdisk Os particionadores do Linux trabalham com
praticamente todos os tipos de partições de
diversos sistemas de arquivos diferentes.
format mkfs.ext2 Poucas diferenças, precisa apenas que seja
especificado o dispositivo a ser formatado
como "/dev/fd0" ou "/dev/hda10" (o
tipo de identificação usada no Linux), ao
invés de "A:" ou "C:".
help man, info Sem diferenças.
interlnk plip O plip do Linux permite que sejam montadas
redes reais a partir de uma conexão via Cabo
Paralelo ou Serial. A máquina pode fazer tudo
o que poderia fazer conectada em uma rede
(na realidade é uma rede e usa o TCP/IP como
protocolo) inclusive navegar na Internet, enviar
e-mails, irc, etc.
intersvr plip Mesmo que o acima.
keyb loadkeys Sem diferenças (somente que a posição das
teclas do teclado pode ser editada.
Desnecessário para a maioria dos usuários).
label e2label É necessário especificar a partição que terá
o nome modificado.
mem cat /proc/meminfo Mostra detalhes sobre a quantidade de dados
top em buffers, cache e memória virtual (disco).
more more, less O more é equivalente a ambos os sistemas, mas
o less permite que sejam usadas as setas para
cima e para baixo, o que torna a leitura do
texto muito mais agradável.
move mv Poucas diferenças. Para ser mostrados os arquivos
enquanto estão sendo movidos, deve-se usar a
opção "-v", e para que ele pergunte se deseja
substituir um arquivo já existente deve-se usar
a opção "-i".
scan ----- Não existem ví­rus no Linux devido as
restrições do usuário durante execução de
programas.
backup tar O tar permite o uso de compactação (através do
parâmetro -z) e tem um melhor esquema de
recuperação de arquivos corrompidos que já
segue evoluindo há 30 anos em sistemas UNIX.
print lpr O lpr é mais rápido e permite até mesmo
impressões de gráficos ou arquivos compactados
diretamente caso seja usado o programa
magicfilter. É o programa de Spool de
impressoras usados no sistema Linux/Unix.
vol e2label Sem diferenças.
xcopy cp -R Pouca diferença, requer que seja usado a
opção "-v" para mostrar os arquivos que
estão sendo copiados e "-i" para pedir
confirmação de substituição de arquivos.
 



DOS Linux Diferenças -------- ------------ -------------------------------------------------- cls ...

Clone do MSN Messenger para Linux







Clone do MSN Messenger para Linux com suporte para diversas línguas (inclusive português brasileiro), transferência de arquivos, emoticons, notificação de e-mail, processamento de url, eventos sonoros, múltiplos usuários, etc. Possui interface bastante semelhante ao Windows Live Messenger (MSN) 2009 Em português Prata No ranking semanal. Roda em Ambiente gráfico X11
Disponível nos idiomas:  Inglês Inglês  





Clone do MSN Messenger para Linux com suporte para diversas línguas (inclusive português brasileiro), transferência de arquivos, emoticon...

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Você é o técnico! Descubra qual é o problema do computador e aprenda como fazer manutenção de PCs.







Você é o técnico! Descubra qual é o problema do computador e aprenda como fazer manutenção de PCs.


Imagine que você está diante de um computador que não liga, apresenta alguns bips espaçados e trava na execução de qualquer programa, antes mesmo de dar o boot. Se você fosse um técnico de informática, qual seria o seu procedimento para tentar resolver o problema?

Essa é apenas uma das muitas perguntas do Simulador de Defeitos um flash game no estilo quiz em que o seu objetivo é sempre resolver os problemas de um micro e fazê-lo voltar a funcionar. Mais do que uma oportunidade de testar os seus conhecimentos o game é também uma excelente chance de aprender o que fazer quando você estiver diante de um problema na vida real.

O jogo é inteiro em flash e não requer instalação. Tudo que você precisa fazer é baixar o arquivo no link indicado. Descompacte a pasta em .RAR e dentro da pasta “Simulador de Defeitos” execute o aplicativo Simulador.

Visual completo da interface do quiz

O quiz foi desenvolvido como uma peça promocional da Intel e, os problemas que apresenta, bem como as soluções, são bastante realistas e pertinentes. Há problemas, inclusive, que podem ter mais de uma solução – como acontece muitas vezes na vida real.

Para resolver as tarefas você conta com dois menus: hardware e software. No primeiro você tem acesso à substituição de peças como disco rígido, placa-mãe, conectores, cooler ou mesmo uma simples limpeza e nova conexão de cabos.
Detalhe do menu de hardware
Importante: para ter acesso as funções dele você precisa estar com o computador desligado. Não o seu, é claro, mas o PC virtual que é apresentado para você descobrir o porquê dos seus defeitos. Já no segundo menu (ao lado direito da tela), ficam as opções de software, em que você pode reinstalar o sistema operacional, alterar configurações de setup ou mesmo atualizar o micro com um antivírus.
Detalhe do menu de software
Certas ou erradas, suas respostas são sempre acompanhadas de uma explicação. Se você estiver certo, sua lógica de dedução é premiada com uma peça virtual de computador para que, ao final do quiz, você possa montar a sua própria máquina. Caso esteja errado, um pequeno texto informa a razão do seu equívoco.

Extremamente didático em sua utilização e agradável do layout e na forma de apresentar o conteúdo, o Simulador de Defeitos é um ótimo teste para técnicos de informática que, muitas vezes, se vêem com problemas como isso no dia a dia e também para usuários comuns que desejem aprofundar mais os seus conhecimentos no assunto.




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